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LocalAlibiScan · Open source

Cada afirmação tem um álibi.

O LocalAlibiScan diz-lhe o que é cada projeto no seu disco, como está e o que mudou — e prova cada afirmação com o ficheiro e a linha de onde a tirou. Local, só de leitura, e nunca executa o seu código.

Um terminal real, projetos open source reais e um modelo local real: o painel de uma pasta de projetos, uma análise com ficheiro e linha, um README que diz PostgreSQL quando o código usa SQLite, o que mudou depois de um commit, uma pergunta respondida com código citado. Sem som.

Como funciona

Aponte-o à pasta onde estão os seus projetos e recebe uma linha por projeto — tipo, stack, base de dados, serviços externos, última alteração e alertas:

$ las dashboard ~/code

Depois veja um projeto a fundo. Cada linha é uma afirmação com um estado — ✓ confirmado, ≈ inferido, ⚠ contradição, ? desconhecido — e por baixo a prova: o ficheiro, a linha e o próprio texto. Aqui o README diz uma coisa e o código faz outra:

$ las scan notes-api --only docs-vs-code --evidence

Documentação vs código
  ⚠ Documentação vs código: Documentação diz PostgreSQL, código usa SQLite
      └ README.md:8  - PostgreSQL for persistence
      └ src/db/database.ts:1  import Database from 'better-sqlite3';
      └ package.json:13  "better-sqlite3": "^9.4.0"

A saída está em inglês por omissão e em português com las --lang-ui pt — os factos são os mesmos nas duas línguas.

Porquê o LocalAlibiScan

  • Factos com prova. É o código que extrai os factos — manifestos, imports, rotas, connection strings. Uma dependência declarada mas nunca usada fica «≈ inferido», e não «usa Redis». Quando não consegue saber, mostra ? em vez de adivinhar.
  • O disco inteiro, não um repositório. Um painel com todos os projetos de uma pasta — incluindo pastas de scripts soltos, sem git — e um relatório HTML autónomo que se abre sem internet ou se partilha.
  • Documentação que mente. O README diz PostgreSQL, o código usa SQLite: um ⚠ com as duas provas. Nunca altera nada.
  • Mudanças em linguagem de arquitetura. O las refresh diz «+ Serviço OpenAI», «+ Nova rota DELETE /notes/:id», «⚠ o README ainda não menciona a OpenAI» — e não «+42 linhas». Funciona sem git.
  • Funciona sem IA. Tudo o que é essencial é determinista. Um modelo local (Ollama) é opcional: só escreve a partir dos factos encontrados, cada frase tem de os citar, e um validador remove as que não o fazem.
  • Terminal ou janela. Todos os comandos funcionam no terminal; o las ui mostra os mesmos factos e provas numa interface gráfica local, no seu browser, que só escuta nesta máquina.
  • Só de leitura, por construção. Nunca executa o seu código, nunca altera os seus ficheiros e nunca vai à internet. Só escreve numa pasta .localalibi/, que se exclui a si própria do git.

Instalação

Python 3.11 ou superior, em macOS, Linux ou Windows:

$ pipx install localalibiscan
$ las dashboard ~/code --html

Depois, las scan para um projeto, las refresh para ver o que mudou, las ask para fazer uma pergunta com as provas primeiro. Não é preciso um modelo local.

Prefere uma janela? Instale a interface gráfica opcional e abra-a na mesma pasta:

$ pipx install 'localalibiscan[ui]'
$ las ui ~/code

O painel, cada afirmação com as provas e as linhas à volta, o que mudou, explain e ask — mais na documentação.

Open source

O LocalAlibiScan é gratuito e open source (licença MIT). A documentação cobre todos os comandos, e há um relatório de exemplo feito com projetos open source conhecidos.